Crise temporária, danos permanentes: como a crise no estreito de Ormuz deve redesenhar o mapa do petróleo
- 31 de mar.
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Publicado 01/04/2026 • 22:10 | Atualizado há 12 horas
(...) Com o avanço do conflito, o fechamento do Estreito de Ormuz elevou o prêmio de risco e afetou o fluxo global da commodity. A restrição no escoamento levou ao acúmulo de estoques em portos e, em alguns casos, à interrupção da produção. A retomada desses níveis produtivos tende a ser gradual, uma vez que a extração de petróleo depende de fatores geológicos e operacionais que impedem uma recuperação imediata.
“Além disso, é provável que ocorra problemas na logística global, com navios redirecionando rotas e reduzindo velocidade para consumir menos combustível, o que aumenta bastante o lead time da logística global e mesmo com o final da guerra”, diz Gustavo Poladian, sócio e analista de renda variável da Meraki. (..) Confira matéria na íntegra aqui: https://timesbrasil.com.br/brasil/crise-temporaria-danos-permanentes-como-a-crise-no-estreito-de-ormuz-deve-redesenhar-o-mapa-do-petroleo/





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